Campanha ‘Agasalho Solidário’ beneficia 510 famílias na 1ª fase


 

O Fundo Social de Solidariedade de Cândido Mota beneficiou na última quarta-feira, 510 famílias da vila São Judas, do jardins São Geraldo, Alvorada e Vitória, com a entrega de roupas arrecadadas na Campanha do Agasalho Solidário 2008. “Realizamos o dia da mobilização no último sábado e já estamos na primeira fase de entrega. Já agendamos todos os bairros e distritos para os próximos dias”, disse a presidente do Fundo Social, Néia Bueno.

Ela ressalta que ‘as entregas estão sendo feitas com senhas, entregues às coordenadoras das associações dos bairros e Pastoral da Criança de cada bairro, que as repassam aos moradores’. “A senha dá direito a cada família de receber 20 peças de roupas. Tudo está acontecendo de forma organizada, com horário e data determinada dentro do cronograma. A meta é entregar todas as peças antes da chegada do inverno, para que as pessoas menos favorecidas já estejam com seus agasalhos para minimizar o frio”, disse.

Néia Bueno agradeceu mais uma vez as voluntárias do Fundo Social que além de ajudar na separação das roupas, colaboram também na entrega. “Agradeço o apoio de todos e em especial da vila São Judas, a Maria de Jesus Pereira, líder da pastoral, que nos ajudou tanto na entrega da senha quanto na entrega das roupas”, ressaltou a primeira dama.

Importância

Para Maria das Dores Souza Rodrigues, a ‘campanha realizada pelo Fundo Social tem importância muito grande, já que ajuda muitas pessoas’. “Sem falar na qualidade das roupas. Separei o que eu precisava para minha família. Estou participando pela quarta vez e posso garantir que nos ajuda e muito. Esta campanha é muito boa, pois muitas pessoas que aqui estão não têm o que vestir no frio. Outra coisa que preciso dizer é sobre a forma como as roupas são expostas. Parece que estamos numa loja, pois elas estão bem distribuídas e não tem bagunça”, relatou a cidadã.

Já Maria Edite de Jesus disse que, aos 88 anos, ficou feliz por ser ‘agraciada por uma senha’. “As roupas que recebo são muito importantes para minha família. Uso todas e quando não dá mais, transformo em tapetes, portanto, uso até acabar mesmo. Sei que a mulher do prefeito não ganha nenhum salário para trabalhar, mas ela pode ter certeza de que Deus está olhando e ela será muito bem recompensada. Tenho que agradecer a moça (Lídia Garrido), que vendo a minha impossibilidade, me ajudou a separar as roupas. A gente é tratada com respeito, o que é mais importante”.