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Assembléia define horário de funcionamento do comércio em CM
A Associação Comercial e Industrial de Cândido Mota (Acicam)
realiza nesta quinta-feira uma assembléia com o objetivo de
discutir o horário de funcionamento do comércio no município.
Segundo a gerente da entidade, Sônia Regina Pupim, foi efetuada
anteriormente uma reunião com representantes de cada segmento do
comércio, visando conhecer a realidade de cada um, suas
necessidades e características. Agora, o resultado obtido deve
ser apresentado na assembléia, onde cada associado deve votar
pelo horário que será estabelecido.
“Todos os associados estão convocados para comparecer na
assembléia, que tem início a partir das 19h30. A presença de
cada um é fundamental, já que apresentaremos o balanço do
trabalho viabilizado, e na seqüência ocorre a votação”, explicou
Sônia.
Ela ressalta também que após a definição do horário, devem
encaminhar um ofício para o prefeito, a fim de que efetue
mudanças na legislação, referente ao comércio. Há uma lei de 02
de dezembro de 1960, nº50/60, sancionada pelo prefeito José
Bolfarine, considerada em defasagem para os dias atuais. Ela
sofreu também uma alteração, mediante decreto do prefeito
Aparecido Orlando Maia, em 31 de dezembro de 1974.
“As leis existentes precisam de readequação e não condizem com o
perfil do comércio de hoje, até mesmo na nomenclatura. Muitas
mudanças ocorreram em vários segmentos. Prova disto é que no
texto da lei cita merceria, que hoje já é supermercado, e seu
horário de funcionamento é bem diferenciado, atentendo inclusive
aos domingos”, destacou a gerente da Acicam.
Sônia reforça que sem a definição de um horário acertado com a
legislação, os comerciantes sofrem com a insegurança e o medo de
ficarem com as portas abertas, temendo serem multados.
“Muitos trabalham de acordo com a CLT, com 44 horas de trabalho.
Já outros mais ousados se arriscam e ampliam seu horário de
atendimento. Com essa situação uns acabam saindo beneficiados e
outros no prejuízo. O que queremos, portanto, é estabelecer um
horário que norteie o comércio local, possibilitando uma
estabilização, sem depender exclusivamente do horário de
funcionamento da cidade vizinha”, completou Sônia Pupim.
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