Ano-a-ano a Coopermota vem intensificando ações nas
áreas de difusão de tecnologia, prevenção e promoção
da saúde no campo e educação cooperativista. Essas
diretrizes permitem oferecer ao cooperado novas
ferramentas de gestão da propriedade, bem como
agregar valor à sua atividade e reduzir custos.
De acordo com a
cooperativa, em 2009 estes processos não param.
Recentemente, a cooperativa firmou convênio com o
Ministério da Agricultura para o “Projeto de
Desenvolvimento e Capacitação Social e Econômica
para Mulheres Cooperativistas”. Ainda este ano,
focada na educação, está dando sequência ao curso de
“Autogestão em Administração de Propriedade Rural e
de Cooperativa”.
Na área de
transferência de tecnologia, a Coopermota informa
que investe em parcerias com multinacionais,
institutos de pesquisa e pesquisadores de renome
nacionais. Dessa forma, ela traz para o produtor
rural do Médio Vale do Paranapanema novas
tecnologias, não só nas culturas mais comuns para
todos, bem como outras alternativas, que são
testadas na realidade de clima e solo da região.
De acordo com a
cooperativa, isto permite ao agricultor vislumbrar
qual técnica quer adotar, optando assim por meios
mais atrativos de aumentar a produtividade e reduzir
os custos, já que a agricultura é um investimento de
alto risco e é preciso minimizá-lo. Assim, os Dias
de Campo, palestras, entre outras ações, são
instrumentos de difusão para estas tecnologias.
Ainda nesse trilho, a
cooperativa afirma que investe permanentemente na
atualização de técnicos, para proporcionar ao
cooperado uma assistência técnica precisa, com
recomendações e acompanhamento de excelência.
“Nossa cooperativa é
formada essencialmente por produtores rurais. Nosso
compromisso é com o agricultor na busca incessante
para minimizar os riscos e viabilizar a produção
agrícola. Para isto, oferecemos não só produtos de
qualidade, mas, também segurança em todos nossos
processos, seja ele de venda, recebimento,
comercialização, capacitação ou transferência de
tecnologia”, salienta o presidente da cooperativa,
Oscar Knuppel.
Reuniões de bairro
Assim, além de todo
trabalho de campo desenvolvido, duas vezes por ano a
Coopermota promove reuniões de bairros, atingindo
cerca de 500 cooperados em todas as Unidades. Na
oportunidade, diretoria, gerências e cooperados
discutem as necessidades de cada região de atuação
da cooperativa, o mercado de commodities, o
andamento dos processos de desenvolvimento da
sociedade e outros.
Mas a cooperativa
garante que o trabalho não para. Na área de
meio-ambiente, uma parceria com a Flora Vale
propicia a doação de mudas de eucalipto e essência
nativa, contribuindo para a recuperação ambiental de
áreas degradadas. Outra parceria positiva é
desencadeada com a Associação Regional de
Recebimento e Prensagem de Embalagens Vazias - Arpev
-, que permite recolher ao longo do ano embalagens
tríplice-lavadas de agrotóxicos, em ações de
arrastão de limpeza, deflagradas em municípios como
Ibirarema, Ribeirão do Sul, Campos Novos Paulista e
Palmital e nos Postos de Recebimento de Embalagens
da cooperativa.
“Incessantemente
trabalhamos na busca por meios que permitam a
remuneração da atividade do produtor. Isto é
alicerçado na transparência do nosso negócio, visto
que a cooperativa é administrada por seus
cooperados, eleita pelos próprios produtores. Além
disso, para garantir a idoneidade de suas ações,
todo processo administrativo é auditado por uma
auditoria interna e outra externa. Os resultados são
apresentados e discutidos em assembléia, com os
cooperados”, disse o presidente Knuppel.
E continua: “Próximo a
completar 50 anos, nossa cooperativa ao longo deste
tempo acompanhou as inúmeras dificuldades que
assolaram o agricultor, estando sempre ao seu lado.
Esta posição integra nossa missão de primar pela
qualificação e profissionalização do produtor rural,
assim como por sua dedicação e respeito ao
agricultor”.
E completa o
presidente: “Estes princípios garantem ainda
compromisso e seriedade em todos os processos
realizados pela cooperativa, já que há 50 anos nos
dedicamos a fazer mais e melhor pelo nosso produtor.
Assim contribuímos para o desenvolvimento
equilibrado e sustentável da atividade e da região,
bem como buscamos, perseverantemente, meios que
contribuam para minimizar as dificuldades inerentes
à agricultura”. (Colaborou Assessoria de
Imprensa)