Consumo de álcool gera casos de violência

O consumo excessivo de álcool foi apontado como o fato gerador de pelo menos três das ocorrências registradas no final de semana pela Polícia Militar em Cândido Mota neste primeiro final de semana de maio. Houve não só danos materiais como também agressões físicas e ameaças de morte contra mulheres por parte de homens supostamente embriagados, necessitando intervenção dos policiais.

Por ordem cronológica, o primeiro registro foi à 0h10 de sábado, dia dois, quando uma equipe da PM foi socorrer uma moradora do bairro conhecido como “Morro do Galo”, perto da vila São Judas Tadeu. Em boletim de ocorrência ela denunciou o ex-marido, de quem está separada há alguns meses, por ter chegado em sua casa aparentemente embriagado.

Além de ter, segundo a denunciante, danificado a porta da cozinha com pontapés, o acusado teria quebrado alguns móveis da moradia. A vítima acrescenta que foi ameaçada de morte na ocasião e que já registrou várias ocorrências anteriormente por estar sendo importunada pelo ex-companheiro.

A equipe policial precisou retornar ao local da ocorrência às 2h, com um novo chamado. Desta vez o acusado estava emocionalmente alterado e, por isso, não teve declarações anotadas pelos policiais. Foi necessário algemá-lo para que fosse conduzido ao pronto-socorro para ser medicado.

Mães e filhos

Em outro caso, no jardim Santa Terezinha, uma mulher foi agredida pelo próprio filho. A vítima registrou o caso na Companhia da Polícia Militar informando que o jovem chegou em casa alcoolizado e a agrediu. Contou que os socos e pontapés sofridos resultaram em ferimentos nos braços, costas e no rosto. O fato foi registrado como lesão corporal.

Outra ocorrência, registrada como embriaguez, no jardim Aeroporto também envolveu mãe e filho. Um rapaz com pouco mais de 20 anos foi acusado pela genitora de ter chegado em casa embriagado e começar a quebrar tudo no imóvel, no início da noite de domingo.

De acordo com o boletim policial, o jovem precisou ser algemado para o encaminhamento ao pronto-socorro da Santa Casa. Somente após se acalmar, o acusado pode voltar para casa.