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Polícia Civil registra 5 prisões no plantão noturno
A delegada Sueli Cardoso Borba Sales Garcia enfrentou um plantão
noturno movimentado na noite de quinta para sexta-feira, em
Assis, juntamente com sua equipe de policiais civis. Em 12 horas
de trabalho, houve cinco prisões, a maioria em decorrência de
flagrantes realizados pela Polícia Militar. A exceção foi a
detenção de um rapaz de 23 anos, às 20h30, na avenida Getúlio
Vargas, perto de um mercado. O motivo foi um mandado de prisão
civil pelo não pagamento de pensão alimentícia no valor de R$
837.
Duas prisões criminais ocorreram por volta das 21h20, na rua Dr.
Teixeira de Camargo, onde foram abordados os serventes D.R.S.,
31 anos e R.A.E.D.A., 20 anos. Eles estavam em uma moto Honda
prata e tentaram fugir em alta velocidade. Os policiais
militares notaram que durante a fuga foi dispensado um invólucro
com 16 pedras de crack.
Na Vila Rodrigues a PM prendeu o operador de máquinas T.M.F.S.,
de 25 anos, flagrado às 3h30 desta sexta-feira carregando um
tanquinho Colormaq, furtado da residência de um homem de 62
anos, residente na rua Hermes Rodrigues da Fonseca, mediante
escalada de um muro.
Também foi para a cadeia de Palmital um homem de 41 anos,
acusado pela esposa, uma costureira de 39 anos, de tê-la
agredido fisicamente com um cinto e a ameaçar de morte. Não há
declarações do acusado no boletim de ocorrência. Ele foi levado
à delegacia e autuado em flagrante por lesão corporal, nos
termos da Lei Maria da Penha, e ameaça com base no artigo 147 do
Código Penal.
Roubo
No Plantão Policial também foi registrado um roubo, tendo como
vítima um estudante de 16 anos. Ele alegou que seguia para casa
na vila Progresso e, por volta da 1h15, foi abordado na avenida
Teotônio Vilela, por um rapaz que só conhece de vista.
Relata que caminhava pelo local ouvindo música no MP3 de seu
telefone celular. O rapaz, que aparenta ter aproximadamente 29
anos, pediu para ver o aparelho, depois o tomou, e fugiu
correndo. Antes porém, agrediu a vítima com um chute na perna. A
delegada solicitou exame de corpo de delito para comprovar a
agressão física.
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