Sindicato Rural de CM alerta produtores

Pessoas querendo levar vantagem em tudo. Essa é a denúncia do presidente do Sindicato Rural de Cândido Mota, João Motta. “Insensatas, custe o que custar, elas fazem de tudo para alcançar objetivos escusos e eminentemente ilegais. Inescrupulosas, elas deixam de lado valores éticos e morais imprescindíveis para o convívio em sociedade, e procuram se justificar valendo-se de velhas máximas como ‘os fins justificam os meios’ e ‘se todo mundo faz, por que eu também não posso fazer?’”, disse o líder rural. E continua: “Assim, desvairadamente, mancham toda uma classe ou categoria que sequer imagina que entre seus pares possam existir pessoas dessa estirpe”.

O presidente ainda vai mais longe: “Desprovidas de sentimentos nobres, e ao meu ver obrigacionais, tais como honestidade, trabalho, perseverança e fé em dias melhores, essas pessoas põem tudo a perder e não medem as conseqüências danosas de seus atos. Mas, graças ao nosso bom Deus, que sempre atende às nossas orações, elas não são a maioria entre nós. Por outro lado, não podemos baixar a guarda”, disse.

O sindicalista continua advertindo que o produtor rural deve continuar empreendendo o mesmo tipo de cuidado e precaução que sempre teve ‘contra os astutos e mal intencionados aproveitadores de plantão’. “Sempre querendo levar vantagem pelo prejuízo alheio, essas pessoas continuam sua trajetória e não desistem de continuar tentando prejudicar as pessoas de bem”, esbravejou.

E continuou: “Por isso, os produtores devem continuar atentos diante das inúmeras variedades de fraudes que têm por único e exclusivo objetivo acarretar benefício ilegal para quem o aplica e imenso prejuízo para quem sofre o golpe. Nós, produtores rurais, devemos continuar em nossa luta diária de trabalho e ficar atentos em relação às novidades no ramo da falcatrua. Tudo que é fácil, vai fácil”.

Ele finaliza lembrando que o Sindicato Rural adverte os associados, que diante ‘de alguma proposta de negócio milagrosa ou rentável demais, que desconfiem. Na dúvida, procure o sindicato, ele é o seu único parceiro”, conclui o líder sindical.

Alerta do ‘Mapa’

Esta Superintendência Federal de Agricultura no Estado de São Paulo leva ao conhecimento da Cadeia Produtiva do Agronegócio, da existência de indivíduos que estão agindo, notadamente por via telefônica, junto ao mercado agrícola paulista, ora em nome do Ministério da Agricultura ora em nome de seus titulares, para obtenção de recursos, vantagens, vendas de livros e assinaturas de revistas especializadas, colaboração para tratamento de familiares bem como para busca de apoio financeiro para desenvolvimento de programas, projetos e parcerias inexistentes, inclusive apresentando conhecimento sobre a operacionalização de nossos serviços e, em alguns casos, informando telefone, nome, agência e conta para possíveis depósitos bancários. Diante do grave fato - já comunicado às autoridades competentes para investigação, solicitamos a gentileza de vossa senhoria alertar, com a maior urgência possível, os associados da entidade sobre a referida ocorrência, mantendo-nos informados a respeito de quaisquer ações ou abordagens de pessoa ou grupo de pessoas que se relacionem ao assunto em tela, para as providências cabíveis. (Ofício de 27 de Junho de 2008, enviado pelo Superintendente Federal de Agricultura no Estado de São Paulo - Fonte: MAPA)

Francisco Sergio Ferreira Jardim, superintendente federal de Agricultura no Estado de São Paulo