A servidora pública municipal e tarumaense,
Elisângela Aparecida Gouvea, 31 anos, que se
envolveu no capotamento que acabou resultando na
morte de seu tio José Carlos Pedroso, na tarde desta
terça-feira nas proximidades de Cândido Mota,
permanece internada no quarto 202 da Santa Casa de
Assis. Ontem à tarde ela recebeu visita da mãe
Irene, da irmã, primas e tias. Sente dores no corpo
da cintura pra cima, está com diversas escoriações,
inclusive na cabeça, além de ter o braço esquerdo
fraturado na altura do cotovelo e, por isso,
permanecerá internada pelo menos até esta
quinta-feira para fazer cirurgia. Ela comentou que o
motivo do capotamento foi a tentativa de desviar de
um cachorro, e que espera sair logo do Hospital.
Ela disse estar muito triste pela morte do tio, José
Carlos. O corpo e os demais familiares de Americana
que estavam aqui na região já voltaram para a
cidade. Os parentes de Assis disseram que o enterro
seria na tarde desta quarta-feira.
Elisangela lembra que tentou desviar de um animal,
provavelmente um cachorro, na rodovia Fortunato
Petrini momentos antes de capotar. Conta que, para
não invadir a pista contrária, optou por virar à
direita, entrando no acostamento de terra e, ao
tentar voltar para o asfalto, perdeu o controle do
carro. “Não estava em alta velocidade porque
praticamente acabava de sair da cidade. Só me lembro
que tentei desviar e voltar pra pista. Depois disso
acordei sendo levada para o hospital”.
A rodovia já foi local de outra tragédia para a
família. No dia do capotamento, completou três meses
da morte do vereador tarumaense Claudecir Aparecido
Honório, conhecido como Gordo Honório, que era tio
de Elisângela. Foi também vítima de um capotamento,
já perto do distrito de Frutal do Campo no dia 4 de
outubro, quando dirigia uma caminhonete S-10.