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Professores reivindicam 27,5% de reajuste salarial
Apesar de não ter conseguido nenhuma negociação salarial com o
governo, os professores da rede estadual ainda continuam
reivindicando reajuste de salário além de outros benefícios
voltados aos profissionais aposentados.
Segundo o Coordenador da Subsede da Apeoesp (Sindicato dos
Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) de Assis,
Nilson Silva, a classe agora está trabalhando em cima de uma
Campanha Salarial unificada juntamente com Afuse (Sindicato dos
Funcionários e Servidores da Educação do Estado de São Paulo),
Apampesp (Associação dos Professores Aposentados do Magistério
Público do Estado de São Paulo), Apase (Sindicato de Supervisão
do Magistério no Estado de São Paulo), CPP (Centro do
Professorado Paulista) e Udemo (Sindicato de Especialistas de
Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo) para
reivindicar um reajuste emergencial de 27,5% e também a extensão
das gratificações aos aposentados e incorporação aos pisos
salariais.
Segundo Nilson a defasagem salarial vem ocorrendo desde 1995 e é
necessário que os professores se unam nessa campanha para a
reivindicação seja atendida pelo governo.
“Até agora não foi feita nenhuma negociação com o governo, por
isso nós continuamos com uma defasagem salarial de 27,5% e
resolvemos fazer essa campanha unificada envolvendo diversos
sindicatos para pressionar o governo a fazer o reajuste a
atender as demais reivindicações”, completa Nilson.
Recentemente eles estiverem reunidos em uma manifestação
realizada em Presidente Prudente, da qual participaram cerca de
6 mil educadores. No dia 18 de agosto a manifestação será
realizada em Bauru onde é esperada a adesão de 12 mil
professores.
Nilson disse que os professores estão se preparando para
participarem de uma manifestação prevista para ocorrer no dia 25
de setembro na Avenida Paulista onde, de acordo com ele, devem
participar 60 mil professores de todo o Estado.
“Estaremos realizando diversas manifestações para chamar a
atenção do governo para a necessidade de reajuste salarial dos
professores. No dia 25 de setembro estaremos reunidos em São
Paulo para reivindicar o aumento que ainda não foi dado pelo
governo, além das demais reivindicações da categoria”, finalizou
Nilson.
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