Acicam pede que consumidores antecipem suas compras

Em função do dia 11 de junho ser feriado religioso de Corpus Christi, a Associação Comercial e Industrial de Cândido Mota (Acicam) entrou em acordo com os comerciantes da cidade e a maioria decidiu por manter os estabelecimentos comerciais fechados nesta data, mesmo sendo coincidentemente véspera do Dia dos Namorados. Diferentemente das outras datas de interesse comercial, quando no dia anterior as lojas costumam ficar abertas até mais tarde, desta vez, não haverá atendimento. “Por esta razão, estamos recomendando que os consumidores antecipem suas compras até hoje”, adverte Sônia Regina Pupim, presidente da Acicam.

Na sexta-feira, 12 de junho, o comércio estará aberto no horário normal, das 9h às 18h. No dia seguinte, cada comerciante é quem determinará o período de funcionamento. A decisão de não abrir as lojas na véspera do Dia dos Namorados é para respeitar o feriado e dar a oportunidade dos lojistas e empregados do comércio descansarem. “Como será feriado no dia 11, as crianças não vão ter aulas, então não é justo os pais estarem trabalhando”, exemplificou.

Para Sônia, o dia santo de Corpus Christi deve ser aproveitado por todos, o que não deve afetar o volume de vendas. “No dia 12 as lojas estarão abertas então o consumidor terá chance de comprar. Até mesmo quem trabalha no comércio vai querer presentear seu namorado, noivo ou marido. Então achamos por bem que no dia 11 todos descansem”, defendeu.

A dirigente comercial disse que os comerciantes já reforçaram seus estoques para a data, em todos os segmentos, e que a cidade está pronta para atender a demanda local ou, eventualmente, de pessoas de outras localidades que podem estar visitando parentes em Cândido Mota por conta do feriado religioso.

Sônia Pupim explicou o porquê de não ser realizada uma grande campanha promocional como em outras épocas. “Foi em respeito a muitos de nossos associados que, por conta dos crimes que vinham acontecendo, com arrombamentos de vitrine e furtos de loja, sofreram grandes prejuízos financeiros ou, mesmo os que não foram vítimas, instalaram grades e precisam agora recuperar os investimentos feitos na parte de segurança.”