Coopermota realiza II Autogestão em Administração Rural e Cooperativismo


 

No último dia 5, a Coopermota deu início à segunda turma do Curso de Autogestão em Administração de Propriedade Rural e de Cooperativa. Oferecida aos cooperados, a ação é uma parceria com a Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo / Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo - Ocesp/Sescoop - e a Credimota. As aulas são ministradas pela Universidade Federal de Viçosa. Os encontros acontecerão de dezembro de 2008 a agosto de 2009, uma vez por mês.

Na abertura, participaram os presidentes das cooperativas envolvidas - respectivamente Oscar Knuppel e Sonivaldo G. Pinto; o professor Erly Cardoso Teixeira; o superintendente jurídico e de consultoria técnica em cooperativismo da Ocesp, José Henrique da Silva Galhardo; o assessor da presidência da Ocesp e diretor da Aliança Cooperativa Internacional - ACI -, Américo Utumi, conselheiros, diretores, gerentes, trabalhadores e cooperados da Coopermota.

O curso visa propiciar aos produtores rurais mais ferramentas para que o seu negócio seja gerido de forma a propiciar a profissionalização da atividade e a ampliação de sua renda.

Para o presidente da Coopermota, Oscar Knuppel, o curso tem grande importância, pois destaca o papel da cooperativa não só na transferência de tecnologias, mas também de conhecimento. Além disto, salientou, que o auto gestão foi estudado com muito critério entre a Coopermota, cooperados e Sescoop, por meio do Comitê Educativo. “O caminho da educação, da capacitação, precisa ser trilhado para que a cooperativa possa atingir suas metas. Só com o envolvimento dos cooperados, sua participação, suas sugestões é que a Coopermota pode otimizar suas estratégias de atuação”, apontou.

Cooperativismo

O diretor da Aliança Cooperativa Internacional - ACI -, Américo Utumi, fez a palestra de abertura do curso e na oportunidade falou sobre Cooperativismo no mundo. De início, destacou a atuação dos pioneiros de Rochdale - Inglaterra, responsáveis pela formação de primeira cooperativa formal (1844).

Na seqüência, apontou diversos ramos de atuação do cooperativismo e as formas de ação, fazendo um comparativo com o número de cooperados no Brasil e no mundo, bem como a ausência de políticas públicas para o segmento. (Colaborou Assessoria de Comunicação da Coopermota)