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Policiamento regional será feito com auxílio de motos
Por determinação do comandante da 3ª Companhia de Polícia
Militar de Cândido Mota, capitão Mário Sérgio Nonato, foi
adotado a partir de ontem na unidade o serviço da ROCAM (Rondas
Ostensivas Com Apoio de Motos), com duas motocicletas que a
unidade já possuía, mas eram utilizadas esporadicamente. Agora,
o patrulhamento com motos será feito constantemente, não só em
Cândido Mota, como também nos distritos de Frutal do Campo, Nova
Alexandria e Santo Antônio do Paranapanema, conforme explicou o
tenente da PM Marcelo Tsuda, comandante do 1º Pelotão.
Segundo ele, outras cidades abrangidas pela 3ª Companhia, como
Palmital, Tarumã, Platina, Ibirarema, entre outras, também podem
ter este reforço em alguma eventualidade. O trabalho da Rocam é
semelhante ao que vem sendo realizado em Assis, que consiste no
apoio às demais viaturas de automóveis e na função operacional
com abordagem de suspeitos que possam ter mandados de prisão, e
com vistas ao encontro de armas, drogas possíveis veículos
roubados e furtados.
A expectativa é de que a agilidade do veículo possa ajudar na
resolução das ocorrências. “Acredito que dará um bom resultado
no apoio das abordagens, assim como acontece em Assis”, espera o
tenente Tsuda.
O efetivo também poderá oferecer apoio ao comércio, setor
bancário, no centro e nos bairros mais distantes, e, nas outras
cidades, de acordo com as estatísticas de criminalidade
referentes a roubos, furtos e tráfico de entorpecentes. No
momento, Cândido Mota e Tarumã serão os principais focos.
Outro serviço oferecido gratuitamente pela PM para proteger
especialmente representantes e funcionários de empresas,
mediante solicitação, é a escolta até a agência bancária para
fazer depósitos de grandes quantias e acompanhamento à pessoa
que estiver transportando malotes, por exemplo. “Só não podemos
fazer o transporte, mas é possível fazer a escolta do empresário
ou comerciante”, informou o oficial Marcelo Tsuda.
Denúncias
O comandante da 1ª Companhia aproveitou para reforçar a
orientação de que a população sempre pode colaborar com o
trabalho policial. “Não precisa se identificar. É necessário a
contribuição da comunidade principalmente para a captura de
foragidos, como foi o caso de terça-feira, em que o criminoso
havia se escondido, mas foi encontrado graças à denúncia feita
por um morador do sítio que viu o fugitivo e avisou a polícia”,
exemplificou.
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