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‘Reuniões de bairro’ aproximam
Coopermota de sócios
A Coopermota está realizando, nesta
semana, nova rodada de reuniões de bairro nas regiões onde
mantém unidades de negócios. A retomada teve inicio em Palmital,
com a presença de cooperados, do presidente Oscar de Gois
Knuppel Neto; dos gerentes comercial e de grãos, Sandro José
Amadeu e Luis Antônio Schmidt; da assessora de cooperativismo,
Inês Rosa; do encarregado da unidade, João Carlos Bernardo; e do
pesquisador científico do IAC/Apta, Aildson Pereira Duarte. Os
encontros tiveram seqüências nesta terça-feira, na unidade de
Ipaussu.
A ação tem por objetivo principal
promover o diálogo entre Coopermota e cooperados, aproximando-os
da cooperativa e tornando os processos mais transparentes. Em
contrapartida o produtor rural tem a oportunidade de esclarecer
dúvidas, conhecer mais sobre o funcionamento da cooperativa,
entre outros assuntos.
As reuniões também têm um caráter
de ‘retrospectiva 2007’, retomando com os cooperados tudo que
aconteceu ao longo deste ano. Na oportunidade também estão sendo
lembradas as discussões que aconteceram nas reuniões de agosto,
mostrando o que se confirmou, que foi muito positivo ou nem
tanto, em relação ao mercado de insumos, preço de grãos,
tendências mundiais e outros.
Ano de superação
Na avaliação do presidente da
Coopermota, Oscar Knuppel, 2007 foi um ano de superação para o
agronegócio, com a volta da normalidade da produção e a
recuperação dos preços. Soma-se, ainda, o fato das lavouras da
safra verão estarem se desenvolvendo bem, apesar de um pequeno
atraso no plantio, e o cenário mundial tem se mostrado muito
positivo para os grãos.
Nas reuniões, além das questões
envolvendo a cooperativa, está sendo apresentado para os
cooperados, um tema técnico. Na reunião realizada em Palmital,
na Água da Fartura, e em Ipaussu, na água da Figueira, os
cooperados presentes puderam assistir a uma palestra técnica
sobre milho safrinha, apresentada pelo pesquisador científico do
IAC/Apta, Aildson Pereira Duarte.
Duarte
tem mostrado os resultados de produção dos diversos ensaios de
milho, informações sobre incidência e controle de doenças,
noções de adubação e técnicas de plantio, dentre outros
assuntos. O pesquisador defendeu, também, que é preciso o
agricultor variar ainda mais as culturas, evitando manter
somente soja e milho. “É necessário haver rotação de culturas.
Isso ajuda a preservar os nutrientes do solo e auxiliar no
controle de pragas e doenças das culturas.”, argumentou.
(Colaborou Assessoria de Imprensa)
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