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Knuppel deixa presidência da
Coopermota; nova diretoria tem Fadel, Kotait e Rocha
A Coopermota, desde o dia 20 de
abril, está sob a coordenação de uma nova formação da diretoria
executiva. O presidente, Oscar Knuppel, deixou o cargo para
acompanhar como conselheiro administrativo as ações da
cooperativa. De acordo com Knuppel, na última eleição, há um
ano, a decisão de continuar por mais uma gestão teve o intuito
de construir uma transição de diretores planejada, transparente
e segura.
“Minha decisão visa dar a mesma
oportunidade que tive a outros cooperados, membros do conselho
administrativo, de conhecer, administrar e implementar idéias
que contribuam para o desenvolvimento da nossa sociedade, como
vem sendo feito. Também deixo a diretoria executiva por entender
que cumpri minha missão como cooperado, no papel de administrar
e representar a cooperativa. Continuarei atuando como cooperado,
dedicando-me mais a minha atividade principal, que é de produtor
rural”, salientou.
A participação de Knuppel no
conselho de administração soma 13 anos, nove anos na diretoria
executiva, seis como vice-presidente e três na presidência.
“Neste período fiz grandes e bons amigos. Agradeço o
companheirismo e a dedicação de todos, pois juntos unimos
esforços para ver a cooperativa se desenvolver. Para mim foi uma
satisfação muito grande, junto com a sociedade e colaboradores,
conduzir a Coopermota até os seus 50 anos”, disse, e prosseguiu:
“Neste período, a agricultura passou por muitos momentos
difíceis e, principalmente nestes últimos anos, quando
enfrentamos uma severa crise no setor em âmbito nacional. O
cenário agravou-se ainda mais em nossa região, devido a
sucessivos problemas climáticos, inclusive causando o
encerramento das atividades de diversas empresas do nosso setor,
trazendo prejuízo para produtores e todo o Vale do
Paranapanema”.
De acordo com o ex-presidente,
apesar das dificuldades, ‘a Coopermota cresceu’. “Além de
superarmos todos estes desafios, tivemos um crescimento
expressivo nos últimos anos, bem como sobras no valor de R$ 3,6
milhões no ano de 2008. Outro fator que também me deixa
satisfeito é ter o silo de Palmital em pleno funcionamento, após
o incêndio ocorrido em novembro de 2008, com a estrutura refeita
e a recomposição dos grãos do cooperado. Isto mostra para todos
que confiam a produção na Coopermota, que além de ter a certeza
que aqui sua produção ficará armazenada até o momento que
decidir vender, num caso extremo, como o que aconteceu, ele
ainda continuará com a produção em segurança. Mais uma vez
agradeço a todos e me coloco a disposição para o que for
necessário”, destacou.
A nova diretoria executiva já está
definida. O diretor presidente é o associado Edson Valmir Fadel.
Ele tem a companhia de Wadih Kotait, o novo diretor
vice-presidente e de Antônio de Oliveira Rocha, que assume como
diretor secretário.
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