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Mulher é encontrada morta com marcas de violência em vicinal
A 3ª Companhia de Polícia Militar de Cândido Mota registrou às
10h de domingo uma ocorrência de encontro de cadáver, sendo que
a vítima permanecia sem identificação até o início da tarde de
ontem. Trata-se de uma mulher branca, medindo 1,65m, com cabelos
encaracolados, compridos, castanhos escuros, aparentando ter
mais de 30 anos. Segundo a PM, não havia nenhum documento que a
identificasse.
O corpo foi abandonado na zona rural do município, perto da
estrada vicinal Natal Passarelli, no sentido Cândido Mota x
Palmital. Duas tatuagens encontradas nas costas, ambas na altura
do ombro, podem ajudar a identificá-la. Uma inacabada, do lado
esquerdo, representando uma índia; a outra, no lado direito, é
um coração com algumas iniciais.
Foram verificados pelos policiais militares indícios de que a
vítima foi agredida com algum objeto contundente (porrete,
pedaço de pau ou barra de ferro, por exemplo), o que causou
lesões no rosto, nuca e cabeça, e pode também ter sido a causa
da morte.
É descrito no boletim de ocorrência que a mulher trajava vestido
estampado, traje típico de noite, e que perto do corpo foi
encontrada uma bolsa preta, com algumas roupas e objetos
pessoais, tais como desodorante e hidratante.
Foram acionados pelos militares uma escrivã da Polícia Civil,
juntamente com a equipe da Polícia Científica. Após a coleta de
dados necessários para a perícia, o corpo foi liberado para uma
empresa funerária e levado para o IML de Assis.
Conforme informado nesta segunda-feira via telefone por um
funcionário do Cemitério Municipal de Assis, os procedimentos do
Instituto Médico Legal já foram adotados, mas até as 13h de
ontem ninguém havia feito o reconhecimento formal do corpo para
confirmar a identidade da vítima. Só então é que a Polícia Civil
terá mais elementos para iniciar a investigação.
Morte natural
Outra ocorrência registrada neste final de semana pela Polícia
Militar de Cândido Mota, classificada como “morte natural”, foi
o falecimento do aposentado Antônio Lopes Leal. Ele era natural
de Capelinha-MG, tinha 61 anos e residia na rua São José, 387.
A comunicação do óbito foi feita às 3h20 de domingo pela dona de
casa Maria Goreti Cardoso Possidônio, filha de Antônio Lopes.
Ela contou que o pai sofria de câncer e que pela madrugada
levantou-se para vê-lo, mas já o encontrou imóvel, frio
indicando que estava sem vida.
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