Chuvas favorecem desenvolvimento das lavouras de safrinha no Vale

As primeiras lavouras de milho safrinha começaram a ser plantadas em meados de fevereiro. No início do mês de março, quando foi registrada uma precipitação pluviométrica bastante significativa, de aproximadamente 60 milímetros, a maior parte da área destinada à cultura do milho foi semeada. Em alguns locais chegou a 100 milímetros, por conta de chuvas esparsas.

Quando se desenhava um cenário sem precipitação, um mês depois, novamente no início de abril produtores de toda a região tiveram 40 milímetros de chuva. Segundo o agrônomo do departamento técnico da Coopermota, José Roberto G. Massud, esta umidade é excelente para a cultura do milho, que está no início do desenvolvimento vegetativo, o que também coincide com o período de adubação de cobertura. Neste estágio, o cereal encontra-se com a fase fenológica ideal, ou seja, quando a planta deve estar com seis a oito folhas desenvolvidas.

Massud acrescenta que as chuvas também são benéficas para o fechamento da lavoura. “Além disso, elas também favorecem o momento da produção porque a maioria das plantações hoje está entre quatro e seis folhas, onde se define a produção. As primeiras áreas plantadas, que estão em um estágio de fenologia mais avançado, estão definindo o número de fileiras e espigas, respectivamente”, comentou.

Em relação ao trigo, o técnico da Coopermota lembra que este é momento de semeadura para aquele produtor que necessitar plantar o cereal. (Colaborou Assessoria de Imprensa)