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Sindicato Rural de CM alerta produtores da região
O produtor rural que pagou a parcela de 2.008 até 31 de
dezembro, referente às prorrogações de custeio e investimento
das safras 2003 e 2004, 2004 e 2005 e 2005 e 2006, tem direito a
mais dois anos em seu cronograma de pagamento. Basta fazer o
protocolo na instituição financeira. A dica foi passada ontem
pelo presidente do Sindicato Rural de Cândido Mota, João Motta.
Segundo ressaltou, os produtores rurais devem pedir o
enquadramento na instituição financeira, o mais breve possível,
com base na resolução 3676 de 29/01/2009, que reconhece o
Decreto Municipal de Emergência de 2005. “Isso vale para todas
as instituições financeiras, embora as privadas resistam em
acatar as resoluções do Bacen”, orientou o dirigente.
Já para o produtor rural que tem custeio prorrogado das safras
2003 e 2004, 2004 e 2005 e 2005 e 2006, e a parcela de 2009, no
Banco do Brasil, vence no próximo dia 25, custeio de verão; e
vence em 20 de novembro deste ano safrinha, e se teve frustração
de safra por estiagem em novembro e dezembro de 2008,
devidamente comprovado por laudo técnico agronômico, anexando o
Decreto Municipal de emergência nº 2628/09, de 6 de fevereiro de
2009, de acordo com o M.C.R 269, pode pedir a prorrogação, tanto
da parcela já prorrogada das safras anteriores, como do custeio
2008 e 2009 da safra verão.
Quanto ao Decreto Municipal de emergência n.º 2628/09, de 06 de
fevereiro de 2009, Motta adiantou que o Sindicato Rural está
trabalhando pelo seu reconhecimento “Estamos fazendo tudo o que
estiver ao nosso alcance para que ele seja reconhecido pelo
governo estadual, e para que possamos nos enquadrar na resolução
do Bacen nº 3730, de 28 de maio de 2009”, explicou e continuou:
“Conseguimos apoio total dos representantes políticos da Câmara
de Vereadores e do prefeito, assim como das entidades e
associações de produtores Acicam, Sercan e Coopermota”.
Reverter situação
Através de documento elaborado pelo Sindicato Rural de Cândido
Mota, entregue ao presidente do Sistema Faesp/Senar, Fabio
Meirelles, e ao secretario de Desenvolvimento, Geraldo Alckmin,
a entidade espera reverter a situação. “Com o apoio de um
deputado, amigo nosso, esperamos sensibilizar o Governo Estadual
e reverter a injustiça praticada contra os produtores rurais de
São Paulo”, explicou.
Quanto à geada, o sindicalista disse que havia solicitado laudos
com estimativa de perda pelos órgãos oficiais, cooperativas e
secretarias de Agricultura, imediatamente após as geadas.
“Enquanto estávamos aguardando, fizemos gravações com a TV Tem e
nos comunicamos com o Canal Rural, Notícias Agrícolas, Terra
Viva e o Globo Rural e já acionamos a Faesp, para que todos
tomem conhecimento de mais essa catástrofe que atingiu em cheio
os produtores rurais da região”, disse Motta.
Diante disso, alerta o sindicalista, ‘é importante ao produtor
rural atingido pela geada, comunicar a seguradora imediatamente,
e se não tiver o seguro, providenciar o laudo agronômico desta
perda’. Por fim, Motta ironiza que mesmo acumulando
‘frustrações, quebradeira dos produtores, prorrogações, o
‘agronegócio’ vai muito bem, obrigado’. “Inclusive, enquanto
todos esses problemas acontecem, a preocupação é com a
programação da próxima safra e que se ‘dane’ o produtor rural e
suas dívidas. É lamentável, revoltante, Seguro de produção e
renda já! Justiça ao produtor rural!”, reivindica Motta.
(Colaborou Assessoria de Imprensa)
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