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Final de ano aumenta risco de estresse
Encontros com amigos que não vemos sempre, amigo secreto da
empresa, da escola, da família. Compra de presentes, shopping
lotados, estradas cheias, correria para finalizar as atividades
do trabalho, planejamento de novos projetos. O acúmulo de
atividades nesta época contribui para o chamado “estresse de fim
de ano”.
Para evitar esse problema, a Secretaria de Estado da Saúde
alerta para a necessidade de limitar o número de atividades no
final do ano. A overdose de compromissos, aliada à ansiedade,
medos, nostalgia e lembrança de parentes que já morreram podem
acentuar os quadros de estresse.
“Cada pessoa tem uma forma de lidar com o fim do ano. O
importante é não deixar tudo para ser resolvido nos últimos dias
de dezembro. O melhor é ser feliz, agora”, avisa a psicóloga Ana
Lúcia Vicentini, do Centro Integrado em Saúde Mental Água Funda,
órgão da Secretaria.
Segundo ela, também são comuns os casos de pessoas que se sentem
pressionadas pelo fim de ano a terem relacionamentos sociais,
embora não se sintam confortáveis com a situação. “Conheço
pessoas que tiram férias durante o mês de dezembro e viajam só
para não ter que participar das inúmeras confraternizações desta
época”, diz. “O importante é não projetar toda a vida para o
próximo ano e buscar alcançar um equilíbrio nas relações
interpessoais para que não haja um desprendimento exagerado de
energia”, conclui a psicóloga. (Colaborou Assessoria de
Imprensa)
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