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Após passar por CM, secretário
participa de acerto com BB
A presença do secretário estadual
de Agricultura e Abastecimento em Cândido Mota no último dia 13,
teria sido decisiva para fechar a renegociação das dívidas
agrícolas dos produtores rurais com o Banco do Brasil. Ele
participou de reunião da Câmara Setorial Estadual da Mandioca.
“Após a reunião, na sala de despachos da Coopermota, o
secretário recebeu das mãos do presidente do Sindicato Rural
João Motta, toda a documentação necessária para subsidiar a
Defesa Civil do Estado e fazê-la rever a posição, reconhecendo
os problemas climáticos que afetaram a agricultura da região.
São problemas específicos do Médio Vale do Paranapanema, uma
região de transição do clima subtropical para o temperado, com
ocorrências de ‘veranicos’ e geadas”, explicou o presidente da
Câmara Setorial, José Reynaldo Bastos.
“Depois, quando estávamos a caminho
da fecularia do Alcir Baldo, e a seguir pela rodovia Francisco
Gabriel da Motta, rumo ao aeroporto de Assis, via Nova
Alexandria, junto com o Del Grande e o Edemilton, mostramos para
o secretário João Sampaio, e ele reconheceu com seus próprios
olhos, as lavouras de milho e trigo, e até mesmo cana, queimadas
pela geada. Foi quando ele manifestou repentinamente que não
esperaria a revogação da decisão em não acatar o decreto de
emergência dos governos municipais e que ‘hoje mesmo, falarei
com o Almir, do Banco do Brasil, quando chegar no final da tarde
em São Paulo’, continuou Bastos.
E prosseguiu: “No dia seguinte, dia
14, por volta das 10h, quando estava na estrada a caminho de
Campinas com a esposa Viviani, o secretário ligou no meu celular
dizendo que havia fechado um ‘acordo de cavalheiro’ com o Banco
do Brasil, que aceitaria a renegociação dessas dívidas com o
pagamento de apenas 10% à vista e a rolagem do restante 90% sem
qualquer restrição para a tomada de crédito novo. As lideranças
do agronegócio regional devem agradecer ao secretário João
Sampaio pela conquista”.
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