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Sindicalista denuncia ação de deputado contra direitos
trabalhistas
O Sindicato dos Empregados no Comércio de Assis e Região,
encaminhou protesto ao deputado federal Regis de Oliveira (PSC),
por ‘ignorar as conquistas da classe trabalhadora, pós revolução
civil da era Getúlio Vargas’. “Na calada da noite ou na sombra
misteriosa do embalo do Congresso Nacional, o deputado federal
Regis de Oliveira, teve a ideia de repetir os ensaios do
ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e reduzir a zero os
direitos dos trabalhadores”, disse o presidente Antônio Orides
Rizzo.
E continuou: “Ele propôs a Pec nº 341/09, uma Nova Constituição
de Lei. O representante paulista na Câmara Federal, propõe a
redução dos direitos trabalhistas. Por exemplo, retira da atual
Constituição Federal os direitos sociais dos artigos sétimo e os
trinta e quatro incisos, como também elimina o artigo 8º e seus
incisos”.
O sindicalista segue o protesto: “Simplesmente, neste caso, os
dois artigos da Constituição passariam a dispor sobre a garantia
dos trabalhadoras e as atividades sindicais serão previstas em
lei. Se isto acontecesse, estaríamos à mercê de uma
‘escravidão’. Nada mais ficaria explícito na Constituição
Federal. Precisaremos correr no Congresso, para conseguir novos
avanços sem amparo da Constituição de 1988. É isto que o
deputado quer. Um absurdo”.
Confecom
O presidente Antônio Rizzo também falou sobre a 1ª Conferência
Nacional de Comunicação, a Confecom. “Trata-se de assunto da
maior importância para a sociedade brasileira. Elas acontecem
entre dias 14 e 17 de dezembro, em Brasília. O decreto do
presidente Lula, que convocou a conferência, assinado em 16 de
abril deste ano, estabelece o tema ‘Comunicação, meios para a
construção de direitos e de cidadania na era digital”, anunciou.
E completou: “A organização tem representantes de empresas,
movimentos civis e poder público. Seis das oito entidades
empresariais do setor convidadas, abandonaram o evento, dizendo
ser difícil um acordo com os movimentos sociais. A verdade é que
ninguém da grande mídia nacional e seus órgãos, quer abrir mão
da hegemonia e do poder. (Colaborou Assessoria de Imprensa).
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