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Gerente da Nossa Caixa de CM diz que caixas eletrônicos tiveram
danos materiais
O
gerente da agência da Nossa Caixa de Cândido Mota, Antonio
Cherion, informou, na tarde de ontem, que a equipe técnica
responsável pela manutenção dos caixas eletrônicos do banco
estiveram nessa segunda-feira analisando as máquinas que
apresentaram problemas na final de semana que levaram dois
clientes a acionarem a Polícia Militar para averiguar. Ainda
segundo os clientes, quando eles entraram na agência, havia lá
um casal mexendo nos caixas eletrônicos que saiu correndo após a
entrada deles na agência. Cherion informou que as máquinas
apresentaram danos materiais, que devem ser sanados após a vinda
de algumas peças que já foram solicitadas.
“Dois caixas eletrônicos apresentaram danos materiais que
deverão ser sanados após a chegada das peças que já foram
solicitadas. Por enquanto os caixas não estão realizando
operações e estão devidamente identificados com um cartaz
informando aos clientes o defeito”, falou Cherion.
Ele disse ainda que após a substituição das peças que foram
danificadas as máquinas deverão voltar a operar normalmente.
O delegado Mário Sérgio Gonçalves Bicalho informou que o
suspeito foi ouvido, porém com ele não foi encontrado nenhuma
peça ou indício de que estivesse fazendo alguma instalação em
algum caixa eletrônico.
O caso
Na manhã de sábado, dia 19, dois clientes acionaram a polícia
após suspeitarem de um casal que saiu correndo após a entrada
deles na agência. De acordo com os clientes, após a saída deles
as máquinas só faziam o barulho de contagem, porém as notas não
saiam.
Segundo relato dos clientes o casal fugiu em um carro. Um homem
que falava ao telefone, o motorista L.P.S., de 42 anos, morador
de Uberaba-MG foi detido e levado à delegacia onde foi ouvido e
relatou que estava se relacionando via internet com uma mulher e
por isso veio até Cândido Mota.
Ele teve os dados registrados pelos militares e pela Polícia
Civil. Em pesquisa aos antecedentes criminais no Estado de São
Paulo, nada havia em seu nome. No entanto, em contato com a
Polícia Federal, houve a confirmação de que ele tinha passagens
por furto qualificado e formação de quadrilha.
A falta de uma evidência do envolvimento do suspeito com o casal
e da comprovação da suposta violação dos caixas eletrônicos -
como, por exemplo, a filmagem dos averiguados no interior da
agência - fez com que L.P.S. fosse liberado por falta de provas
após a lavratura de um boletim de ocorrência de “averiguação”.
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