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Álcool em gel também faltou em CM
Diante das orientações passadas para que as pessoas utilizem
álcool em gel para higienizar as mãos para evitar a contaminação
do vírus da gripe suína Influenza A H1N1, o produto acabou
ficando escasso no mercado, porém aos poucos começa a
normalizar. Pelo menos é essa a opinião de proprietários,
gerentes e responsáveis de alguns supermercados e farmácias de
Cândido Mota.
A maioria destacou que na semana passada devido à grande
procura, o produto chegou a faltar nas prateleiras e houve
dificuldade para aquisição do álcool devido à grande demanda.
A epidemia de gripe suína em todo Estado transformou o álcool em
gel um produto disputado. Nos últimos dias, a procura pelo
álcool em gel foi muito grande. Vendido em pequenos frascos e
garrafas de até um litro, o anti-séptico tomou destaque nas
prateleiras pela praticidade, e por eliminar 99,99% dos germes.
Uma das pessoas que encontrou dificuldade em adquirir o produto
no município a semana passada quando reiniciaram as aulas na
rede estadual foi a diretora da escola Clotilde de Castro
Barreiras, Laura Cavina Marroni.
“As aulas iriam começar e a orientação era para que em todas as
escolas tivessem álcool em gel para a higienização das mãos; saí
à procura, porém tive grande dificuldade para encontrar, o jeito
foi optar pela fórmula manipulada”, disse ela.
Laura disse que somente na semana passada foram utilizados na
escola 5 litros e meio de álcool em gel para a higienização dos
alunos, além do álcool convencional que é utilizado na limpeza
das salas de aulas, banheiros e bebedouros da escola.
“Nós disponibilizamos um funcionário, que ficou responsável pela
orientação e auxílio na utilização do álcool, na porta dos
banheiros, pois trabalhamos com crianças pequenas que ainda não
sabem direito como proceder”, acrescentou Laura.
Na opinião de Jorge Buchaim proprietário do Supermercado
Buchaim, está difícil encontrar o álcool em gel 70º.
“Teve uma procura muito grande no último mês, por isso o estoque
baixou rápido e tivemos uma dificuldade em encontrar o produto
para reabastecer o mercado, conseguimos encontrar somente o de
65º, mas acredito que com a mudança de estação e chegada do
calor a situação irá normalizar”, disse Buchaim.
Ele ainda ressaltou a importância do trabalho realizado pela
Secretaria Municipal de Saúde e Higiene, quanto às orientações
sobre o vírus.
O proprietário da Farmácia Avenida, Valcir José Malaguti, também
teve dificuldade para comprar o produto.
“Na semana passada a procura foi muito grande e o produto havia
acabado. Diante disso tentamos comprar, porém conseguimos
encomendar os últimos 60 frascos de uma empresa que devem chegar
ainda hoje”, disse Valcir.
Já de acordo com o gerente da loja 8 da Drogaria Dom Antonio,
Fernando Ferrer, a dificuldade foi só no início, quando houve
uma grande procura, no entanto tudo já está normalizado.
“A princípio tínhamos um estoque bom, mas devido à grande
procura, o produto acabou, porém agora está normalizado. A rede
fez uma grande compra e a reposição do álcool é feita dia sim e
dia não nas farmácias da rede”, explicou Fernando.
O mesmo foi dito pelo balconista da Drogaria Catedral, Leandro
Luis Pires.
“Houve uma falta somente no início da semana passada quando a
procura foi muito grande, porém o estoque já está normalizado”,
disse.
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