Cartório Eleitoral de CM recebe 99 justificativas

Embora Cândido Mota não tenha participado do segundo turno das eleições, o Cartório Eleitoral realizou no úlimo domingo atendimento de plantão no município. A iniciativa teve como intuito atender aquelas pessoas que se encontram fora de seu domicílio eleitoral. Além de expediente no Cartório, houve um posto de justificativa no Centro Pastoral Paroquial (CPP).

De acordo com o chefe do órgão, Edgar Félix da Silva, foram efetuadas ao longo do dia 99 justificativas. A maioria, segundo ele, provém de eleitores inscritos em São Paulo, e que estavam de visita a Cândido Mota.

“O número de justificativas encontra-se dentro do esperado, já que a eleição foi restrita apenas a alguns municípios em segundo turno”, declarou Edgar.

A justificativa eleitoral pode ser apresentada no dia da eleição ou nos 60 dias posteriores ao pleito. Este prazo é contado a partir da data de cada turno. Assim, se o eleitor deixou de votar no primeiro e no segundo turno da eleição, terá dois prazos para justificar suas ausências: um de sessenta dias, contado da data de realização do primeiro turno e outro, com a mesma duração, com início a partir do dia em que ocorreu o segundo turno.

Caso o eleitor não justifique sua ausência neste período, posteriormente terá que pagar uma multa, e assim que não regularizar a situação fica impedido de participar de concursos públicos, tirar documento de identidade, passaporte, entre outras restrições.

Prestação de contas

O responsável pelo Cartório, aproveita para relembrar a todos candidatos que concorreram ao pleito deste ano, que o prazo destinado à entrega da prestação de contas encerra-se no dia 4 de novembro.

“Se o candidato não efetuar o serviço no período estabelecido, logo no dia seguinte o Tribunal Superior Eleitoral incluirá em seu título uma irregularidade, ou seja, ele ficará com a situação pendente na justiça eleitoral”, ressaltou Edgar.

Por fim, ele agradece mais uma vez todos os mesários que trabalharam nas eleições, além de mencionar o apoio da imprensa, como o jornal O Diário do Vale e as rádios do município pela divulgação efetuada, citando de maneira especial referente à transferência das seções da escola Rachid Jabur para a escola Helena Pupim, que transcorreu dentro da normalidade.